sábado, 10 de dezembro de 2011

Muito difícil tornar
a letra o em letra a.
Re- escrevê-la, lá...

Mudar, trocar, recriar
o que errado escrito está.
Perseguir aquele sonho destruido,
Recuperar o partido.
Meu coração fendido.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

reinações de narizinha (o retorna da presidenta - parte IX)


Trago a vocês, o renovar da discussão sobre "PRESIDENTE x PRESIDENTA", que tanto tem polemizado nossas aulas! Este texto eu encontrei na Revista Língua, Nº 72.
"A novela Fina Estampa, da rede Globo, materializou na ficção a maneira desconfortável com que o brasileiro parece lidar com a representação linguística da mulher contemporânea. A portuguesa Griselda Pereira (interpretada por Lília Cabral) é uma trabalhadora séria. Encanadora e eletricista, é uma batalhadora chefe de família, faz-tudo engajada em profissões que a trama de Aguinaldo Silva se empenha em tomar por masculinas. A caracterização da personagem segue à risca a masculinização das atividades que abraçou: despida de vaidade, Griselda tem apelido de homem (Pereirão), veste-se de forma desleixada, fala grosso. Age estereotipadamente segundo esse modelo "Pereirão": as palavras que definem seu gênero serão também elas masculinizadas."

"A representação caricatural da telenovela das nove - a atividade masculina masculiniza - segue a mesma hesitação dos dicionários brasileiros em incorporar os gêneros femininos a palavras que, por um tempo já remoto, foram relacionadas a atividades masculinas. Somente neste século 21, os elaboradores de dicionários de língua portuguesa tomaram ciência de que as mulheres ao longo dos anos têm conquistado cada vez mais espaço na sociedade brasileira. No passado não tão remoto não havia "arquitetas", "engenheiras", "advogadas" ou "médicas" atuando no país. O Brasil mudou radicalmente porque hoje em dia temos "senadoras", "deputadas", "vereadoras", "prefeitas", e uma "presidente", ou "presidenta"."

quinta-feira, 24 de novembro de 2011



Tropeçavas nos astros desastrada

Quase não tínhamos livros em casa

E a cidade não tinha livraria

Mas os livros que em nossa vida entraram

São como a radiação de um corpo negro

Apontando pra a expansão do Universo

Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso

(E, sem dúvida, sobretudo o verso)

É o que pode lançar mundos no mundo.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Soprasaber

Em traição e assassinato vc pode ser condenado por tentativa? Plano Piloto resume Brasília? Vc roubaria para por comida na geladeira? As suas dúvidas superam as suas certezas? Do coquetel vc só quer a cereja? Vc trocaria grana e status por carinho e aconchego? Ignoraria os fins para afundar-se nos meios? Doaria um rim àquele parente ingrato? É capaz de sacar a meia sem tirar o sapato? Avós ainda usam anáguas? Existem revolucionários em Cuba, em Nicarágua? As minhas são perguntas inoportunas, inexatas? Não me leve a sério, nem eu mesmo o faço, disfarço e trago. Cheguei ao mundo de assalto, estou representando uma ponta nessa peça, mais um ato. É o que me resta e consola: sou um títere encenando uma farsa no seu teatro. (D.Álvares)

sobre a identidade

Sobre identidade.
Quem precisa dela?
Quem gosta realmente de quem é?

Sabem, a identidade, a individualidade, o ego, são tão recentes como a Coca-Cola.
Na idade média, não existia a identidade, nem o indivíduo: vivia-se para a Deus, o reino e à família.

Será que a identidade seja também, o motivo de sermos egoistas?
Será que os filósofos iluministas estavam errados?
A razão e a individualidade não libertam ninguém, pelo contrário, escraviza o homem?

Quem tem medo de ser quem é?
Quem tem medo de conhecer realmente o outro?
Quem tem medo de realmente se revelar?
Atrás de que máscaras nos escondemos todos?

Talvez ai esteja a raiz da questão. É engraçado, voltar à lógica aristotélica para resolver um conflito moderno. Bem, vou fazer experimentos e... depois eu vos conto.
Adieu!

domingo, 13 de novembro de 2011

Nunca pensei no que me tornei

Houve um tempo
em que eu não sabia
o que então viria...

E eu não pensava,
nem ao menos imaginava...
O que me dói hoje já é coisa passada
Quase apagada.
E com todas aquelas mágoas pegadas

Transformei
O que nunca imaginei me tornei.

Lucas G. Brito

terça-feira, 8 de novembro de 2011


Compartilhei um texto e lancei uma pergunta aos integrantes do Escritas Coletivas no espaço Vamos Interagir? no ambiente do Grupo Obiah. Espero vcs lá...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O uso dos porquês.


POR QUE, PORQUE, PORQUÊ, POR QUÊ
Há quatro modos de escrevemos o porquê:
Você escreverá POR QUE, quando quiser usar pelo qual e suas flexões, por que motivo; trata-se da junção da preposição por + o pronome interrogativo que, por isso, vai aparecer, na maioria das vezes, no início de perguntas:
Por que você brigou comigo?
Quero saber por que você não veio.
Os motivos por que você não veio são fracos.
A rua por que passei ontem não era parecida com essa!
Quando votarmos, que seja por que nos próximos anos possamos ver mais obras.
Não sei por que não quis ficar até mais tarde.
Você escreverá PORQUE , quando for explicar ou dar uma causa, uma finalidade e quando significar porquanto, já que o termo porque é uma conjunção causal ou explicativa e o seu uso tem significado aproximado de “pois”, “já que”, “uma vez que” ou ainda indica finalidade e tem valor aproximado de “para que”, “a fim de”, por isso geralmente aparecera em respostas:
Não quero vê-lo porque é muito chato.
Ele voa porque tem asas.
Fugiram porque a policia chegou.
Vá devagar porque o caminho tem pedras.
Vou fazer mais um trabalho porque tenho que entregar amanhã.
Não faça mal a ninguém porque não façam a você
Você escreverá PORQUÊ, quando significar o motivo, no caso o porquê é um substantivo e denota o sentido de “causa”, “razão”, “motivo” e vem acompanhado de artigo, adjetivo, numeral e pronome possessivo, pronome demonstrativo, e pronome indefinido:
A Julia me deu o fora e não sei o porquê.
Depois que eu lhe der uma sova, saberá o porquê.
Quero saber o porquê.
Diga-me o porquê de sua contestação.
Tenho um porquê para ter contestado: meu cartão bancário foi clonado.
Você escreverá POR QUÊ quando significar, por que motivo e antes de qualquer sinal de pontuação; é equivalente ao uso do por que, mas leva acento gráfico porque é oxítono e, assim, o /e/ final é tônico, diferentemente do por que incial sem acento gráfico, porque o /e/ final é átono.
Ficar na festa até mais tarde, por quê?
Não sei por quê.
Rafael, você se feriu tanto por quê?
E você não foi por quê?
Quero saber o porquê, já que me prometera.

Sorriso Esquecido

Dia a dia cai um pouco minha vida.
A cada copo, a cada trago.
A restidão humana que ainda existe em mim
Esvai-se na fumaça
De um dos últimos cigarros.

O gole quente do whiskey barato
Comprado no boteco mais distante,
Mais perto da morte que da vida.

Me transformo em ser morrente,
Sem vontade de ficar,
Com o receio de ir.

Pois tudo o que sou,
Aqui está.
E sozinho, nada serei.
Pois a única coisa que realmente sei
É amar o que nunca será meu.

domingo, 6 de novembro de 2011

Há quanto tempo não ouço sua voz.
Nem mais me lembro o tom
que me falavas todas -
aquelas amargas palavras aladas.

Meus ouvidos agora doem,
não consigo descansar meu coração
que só anda perdido na ilusão.
E eu que gosto tanto de escutar.

Não falo do barulho de carros,
de motos, de aviões navegando
nas nuvens dolorosas...
Falo das canções, não de sertão/
nojão.

Pena as canções e a vida
não serem feitas apenas de suaves palavras doces.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Link

Hey baby, eu ainda ouço blues, piloto motocicletas, tenho um blusão de couro com cheiro de nicotina e uma velha rebeldia babaca que te fascina. Hey baby, eu estou mergulhado num projeto de salvação do mundo, de um despertar de tudo, tentando criar um antídoto, uma vacina. Hey baby, é esse meu link de poeta perturbado que me impulsiona, alivia o fardo e vira poesia. (D.Álvares)


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Agradecimentos

Queridas e queridos do meu coração,

obrigadíssima pelo carinho de vocês, pelos doces e travessuras, na comemoração do meu níver. Estou ainda surpresa e emocionada e muito feliz.



O B R I G A D A!
BJSSSSSSS 

Um pouco de sertão...

..."O gerais corre em volta. Esses gerais são sem tamanho. Enfim, cada um o que quer aprova, o senhor sabe: pão ou pães, é questão de opiniães... O sertão está em toda a parte"...

(Grande Sertão Veredas - Guimarães Rosa)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A presidenta foi vista pelo latim

É bem provável que o vocábulo formal "presidenta" esteja, como diz Antônio Sandiman, no livro Morfologia Geral, seja uma derivação sufixal chamada de "derivatio voluntaria". Afirmo isso, pois as formas "presidente e presidenta" para falar de uma mulher no cargo de presidência são corretas, não porque, pois, como diz o Sandiman, é de livre escolha do emissor, justamente por não ser determinada, receitada por fatores sintáticos, mas sim, "de fatores pragmáticos, contextuais e semânticos, do que se quer dizer, afinal."

Mestra Preciosa




PARABÉNSSS!!!

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!


Muita:

Saúde;

Sabedoria;

Felicidade;

Prosperidade;

Amor;

Paz;

e Vida em abundância.

Obrigada por ser um referencial em minha história.

Com muito Carinho e Admiração dessa aluna

indisciplinada.

A Idade de Ser Feliz

Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa.

Autor: Desconhecido



domingo, 16 de outubro de 2011

Até quando?

Até quando alimentaremos uma máquina que estraçalha milhões de pessoas no mundo e mata mais do que muitas guerras? Falo do trânsito criado por um sistema que elege um carro reluzente como deus e o valoriza mais do que uma vida humana.

Intervenções físicas, rodízios e outras tentativas de minimizar o impacto do carro a motor nos grandes centros urbanos têm se mostrado pouco eficientes, quando não inócuas. O trânsito nas grandes metrópoles do mundo esbarra no caos, flerta com a demência. E não falo aqui do caos criativo, que leva à renovação estética e comportamental, e sim do caos que mutila e sangra gerações. E se não agirmos com urgência e seriedade, atingirá com suas patas redondas de borracha as gerações de nossos filhos e netos.

Um convite ao raciocínio: quando um estádio ou uma casa de shows ou um teatro atinge a capacidade máxima de público qual a iniciativa básica, primeira e óbvia a se tomar para garantir o mínimo de segurança do público presente? Vender mais ingressos e torcer para que tudo dê certo ou encerrar a comercialização e garantir uma noite com o mínimo de respeito à vida, ao conforto e à segurança?

Por que, então, com os veículos automotores não é feito o mesmo? Qual o motivo da não existência de uma política séria de controle e restrição à venda de veículos nos lugares onde o trânsito atingiu sua capacidade máxima?

Não é somente uma medida inteligente. Na verdade é uma ação instintiva, ancorada no mais básico dos instintos: o da sobrevivência. Se quisermos sobreviver nos grandes centros com o mínimo de cidadania e dignidade, devemos lançar mão de medidas radicais. Bem mais radical é assistir, impotente e desolado, um familiar voltar ferido para casa ou observar a consumação de uma morte evitável.

Um último argumento por uma política restritiva do comércio de veículos automotores: não existem restrições à venda de armas de fogo, que em muitas partes do mundo matam menos do que o trânsito? Pois é!


Por Dário Álvares - motimdasletras.blogspot.com


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Projeto de Lei Para Punição de Alunos

"A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 267/11, da deputada Cida Borghetti (PP-PR), que estabelece punições para estudantes que desrespeitarem professores ou violarem regras éticas e de comportamento de instituições de ensino. Em caso de descumprimento, o estudante infrator ficará sujeito a suspensão e, na hipótese de reincidência grave, encaminhamento à autoridade judiciária competente. A proposta muda o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para incluir o respeito aos códigos de ética e de conduta como responsabilidade e dever da criança e do adolescente na condição de estudante. 
Indisciplina: de acordo com a autora, a indisciplina em sala de aula tornou-se algo rotineiro nas escolas brasileiras e o número de casos de violência contra professores aumenta assustadoramente. Ela diz que, além dos episódios de violência física contra os educadores, há casos de agressões verbais, que, em muitos casos, acabam sem punição. O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania."


Fonte:http://primasfalando.blogspot.com/2011/04/camara-analisa-projeto-de-lei-que-pune.html

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Palavras aladas


palavra é como beija-flor ou borboleta... sai pelos ares beijando flores colhendo seivas espalhando pólen sacudindo orvalhos seguem... escreveu meu amigo poeta que de stil ar goteja do latim ao português... destila pinga pinga... goteja got got got, gota a gota, gota por gota, até destilar lá na roça ou cá na cidade... e aí palavras dão cambalhotas no tempo cortam fronteiras se vestem e se revestem e perpetuam a história... por amor de se transforma em pramode ou simplesmente mode... essas danadas cruzam os mares de nau nao nave navio atravessam o rio em barcos e embarcam em aviões nauegando os ares... sobem morro descem serra diacavalo ou diapé até capotar na terra... tentando se alembrar de como a carne muquenhar e fazer paçoca... soca soca soca....

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

“‘CÊ-DÊ-EFES’, VENHAM PARA FORA!”

João, “o discípulo amado”, como o Mestre costumava chamá-lo, deixou registrado em seu Evangelho o milagre da ressurreição de Lázaro, realizado por Jesus Cristo em Betânia. “Lázaro, vem para fora!” (Evangelho de João. Cap. 11. Vers. 43). Com esta frase, Cristo trouxe à vida seu amigo, que jazia há quatro dias.

Parafraseando este chamamento de Jesus, conclamamos com fé inabalável que os “cê-dê-efes” ressurjam, ou que, pelo menos, os remanescentes não se envergonhem de serem alcunhados de “inteligentes” ou “exemplares”.

Outrora, os estudiosos da Psicopedagogia identificaram que algumas pechas, que eram atribuídas a alunos que apresentavam indisciplina para os estudos e no ambiente escolar, como: “burros”, “tapados”, “terríveis”... eram totalmente prejudiciais ao desenvolvimento e recuperação da “autoestima estudantil”. Embora haja controvérsias, a maioria dos educadores concorda com esta tese.

É sabido que, via de regra, os alunos desinteressados e indisciplinados, são extremamente criativos no que diz respeito a desanimar, ofender, enfim, promover ações de bullying contra os “cê-dê-efes”. O que é grave e inadmissível. Porém, há algo mais apocalíptico. Como diz um amigo meu: “se a coisa tá ruim, calma, porque vai ficar pior.”

Um fenômeno (in)esperado já ocorre no ambiente escolar, em maior escala, evidentemente, nos países desenvolvidos: alunos tidos como exemplares têm declarado que não há: “Nada mais brega do que bancar o inteligente”, conforme afirmou um aluno referencial inglês ao seu mestre. Para muitos ser inteligente é possuir uma personalidade sem graça, ser chato, o queridinho dos professores e outras coisas que não podem ser escritas aqui. Catedráticos da Inglaterra estudam este comportamento há algum tempo e identificam que ele fica cada vez mais comum, beirando ao natural.

Para potencializar o caos e alcançarmos cento e oitenta graus de mudança, estes estudos notaram que, muitos destes alunos passam de vítimas a algozes – de sofredores para praticantes de bullying. Acreditem em meu amigo agora?

Transformar esta realidade implica em vencer a dois gigantes univitelinos:

Por um lado, deparamo-nos com um Golias, a multiplicação dos desejos por meio de propagandas fantásticas e inerentes a uma sociedade de consumo. Tais desejos desmedidos possuem um veneno muito poderoso, capaz de tomar todo o sistema neurológico rapidamente. Paralisa a sensatez no indivíduo, fazendo-o perder a noção de que as coisas são fruto de um processo, obedecem à Lei da Semeadura e de que é preciso disciplina e espírito ávido, como o de um discípulo, para se obter a plenitude dos desejos.

Por outro, o “Mito da instantaneidade” levanta-se como fortaleza na mente dos incautos, fazendo-os ter por verdade que a qualquer momento, seja por esperteza, sorte, força, beleza, palhaçada ou graça, obterão o que desejam. Esquecem-se de que tudo o que é feito instantaneamente é mágica, ilusão, algo volátil.

Na tentativa de não causarem trauma em alunos que não obtêm êxito em atividades ou provas, há professores que evitam a correção à caneta vermelha, bem como trocam expressão como: “fracasso escolar” por “sucesso adiado”. O que já é uma controvérsia. Mas, seguindo a filosofia do meu amigo, agora é posto à nossa frente o maior paradoxo de todos os tempos: como tratar alunos inteligentes e exemplares, de modo a não estigmatizá-los? Deveremos evitar chamar de “inteligentes” aos inteligentes e de “exemplares” aos exemplares? Pois já tem sido este o paliativo ministrado por educadores ingleses.

Estamos na iminência de uma época que vou denominar de “Era da igualdade plena – o apocalipse chegou” (se é que já não a alcançamos). A busca frenética por um tratamento igual a desiguais levar-nos-á a uma implosão educacional, uma vez que à inversão de valores já chegamos.

Aos que possuem uma funda, algumas pedras e boa mira, mas, sobretudo fé para ressuscitar mortos, sejam bem vindos ao combate!

Isaias Martins

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Poeminha quântico



Web não tem ressaca e traga a vida dos navegadores
A onda não transporta matéria e leva os corpos pra margem
A água é mais densa que o ar e penetra o ar
A água desagrega as partículas do ar e promove a união atmosférica
A poeira cósmica não é poluente e causa alergia
O espaço não é infinito e não tem fim
A estrela morta continua a existir
Porque luz é vida